Agarra-me pela cintura
Troca-me as voltas e eu
Repito que sou toda tua
Não te demores a chegar ao céu
Serve dois copos de vinho
Que trouxeste pra me impressionar
E deixa o efeito do tinto
Ser labirinto no teu olhar
Eu não te quero esperar
E não, não sou de perdoar
E se me quiseres magoar
Igualo as contas em pleno altar
Sou como brisa inquieta
Como corrente do mar
E sendo-te muito sincera
Amanhã sou luar
Mudo a maré quando choro
Canto aos deuses do mar
Se te perderes nos meus olhos
Sei que em mim vais te afogar
Amanhã sou luar
Sei que em mim vais te afogar
Tu dizes que sou o teu mundo
Que sem mim não sabes viver
Nem sonhas quantos rapazinhos
Ja me disseram isso mais vezes
Cuidado não sejas guloso
Não queiras que te caia mal
Pergunta a Deus o poderoso
Se a gula é ou não pecado mortal
Eu não te quero esperar
E não, não sou de perdoar
E se me quiseres magoar
Igualo as contas em pleno altar
Sou como brisa inquieta
Como corrente do mar
E sendo-te muito sincera
Amanhã sou luar
Mudo a maré quando choro
Canto aos deuses do mar
Se te perderes nos meus olhos
Sei que em mim vais te afogar
Amanhã sou luar
Sei que em mim vais te afogar
Sou como brisa inquieta
Como corrente do mar
E sendo-te muito sincera
Amanhã sou luar
Mudo a maré quando choro
Canto aos deuses do mar
Se te perderes nos meus olhos
Sei que em mim vais te afogar
Amanhã sou luar
Sei que em mim vais te afogar
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